A Luz da
Vida espraia-se, nutre e fortalece os que tem vontade sincera para o bem! Férteis são os
caminhos de quem faz tudo de tal maneira a nunca prejudicar o próximo.
Diferente, porém, quando é feita a opção
ao contrário, pois, empedernido e sáfaro é o chão calcado. O egoísmo torna
árido o íntimo do ser humano que não consegue enxergar as suas próprias
deficiências. Em vão cria uma imagem falsa de si mesmo e do mundo onde vive. A
paisagem inóspita apresenta pessoas estorricadas pela frieza com que trata seu
semelhante; seus pensamentos são névoas que geram a sua auto suficiência e
presunção; hostiliza e seca impiedosamente todos que lhes estende as mãos
precisando de uma ajuda. Arrogantemente semeiam espinhos esquecendo que o
retorno é certo. São retirantes que
fogem às suas responsabilidades. Impiedosamente
como o sol causticante muitos se agridem, se ferem e deixam um rastro de
destruição onde quer que passem. Em vão tentam incobrir a sua pequenez com
divertimentos e futilidades. Correm a
todo o momento de algo que sequer conseguem pressentir. Fazem festa e comemoram a vitória na sangrenta
guerra gerada pela ganância. Em busca do lucro exorbitante deixam lugares
completamente desertificados. Onde há o barro duro não existem flores para
regar! Os espinhos do cactos não são como os das rosas. O pensamento que era
igual a água cristalina tornou-se turvo. O flagelo dos seres humanos são
causados pela falta de amor ao próximo e também pela maneira de pensar, falar e
agir em relação ao meio em que vivemos. Nossa boa vontade ficou comparada a
gota d’água que cai na areia escaldante e evapora sem ter sido útil. Sem
perceber criam uma atmosfera asfixiante
com sua errada maneira de pensar e
agir. Palavras pessimistas são como os abutres
que anunciam a mortificação do que ainda insiste em resistir. É preciso conhecer
a nós mesmos para que não porcuremos culpados para nossos atos! A falta de amor
é como a cacimba que racha sob sol escaldante. O que faz falta hoje foi
desperdiçado de forma insensata algum dia. Porque temos o suficiente para comer
e beber é que não devemos mesmo desperdiçar
nem permitir que nossos filhos assim o façam. Até quando continuaremso com essa
sede de poder? Com essa vontade de saciar tudo o que é prazer indistintamente? Quem
sabe algum dia as pessoas deixem de se comportar como autênticos
miseráveis. Temos que buscar a verdade mesmo que custe caminhar sob o lajedo
que reverbera e arde! Eliminemoa radiclamente a “seca” dos sentimentos!
Plantemos a paz e a harmonia! Nosso
interior busca beber da fonte da vida! Da verdadeira vida que além de amenizar a
fome e a sede pela verdade nos mantém vivos.
Jucênio Cordeiro
Nenhum comentário:
Postar um comentário