Com
o retorno das atividades do campeonato society
amador pela Liga em 2010; começamos um novo período de transformação no campo. Mesmo
assim algumas pessoas criticam ou permitem que outros que não tem compromisso
com o futuro do campo assim o façam. Pelas ladeiras das nossas infâncias vamos
carregando a cal para marcar o campo e a
água para matar a sede dos envolvidos na competição. Com todo zelo nós seis
vamos aos poucos cavando e carregando o barro, enfrentando a lama gerada pela natureza e o lixo jogado pela
falta de higiene e consciência de alguns. Trinta e cinco convites foram
entregues. Tínhamos a pretensão de fazer um campeonato com doze equipes e estamos
realizando um com quatorze. Em média são em torno de quatrocentos atletas e
diretores inscritos e um público cativo
que prestigia as partidas. Diretor de clube algum pode dizer que não sabe das diretrizes
do campeonato, pois, exaustivamente nos reunimos desde janeiro de 2012 e na
reunião de aprovação do regulamento contamos com a presença da maioria dos
diretores. Seis horas da manhã é a hora que chega os primeiros componentes da
LESA para começar o aparelhamento do campo para as rodadas e isso em pleno dia
de domingo. A limpeza do campo é feita pelos integrantes da liga e pelos
gandulas. Trocar a rede marcar o campo antes e a cada intervalo dos jogos.
Fiscalizar as partidas, registrar os acontecimentos de cada partida através de
documentos, imagens e opiniões para a edição final do jornal; dar atenção aos
árbitros e seguranças. Ouvir o público desde críticas até elogios. Consumimos
junto aos vendedores locais boa parte de nossos lanches e bebidas. Não buscamos
as “luzes do holofote”, mas com certeza somos estimulados pelo brilho e alegria
dos espectadores que fazem do domingo no campo da Rua Treze de Maio mais uma
opção de lazer. O que não foi feito por nós até agora são obras de grande monta
(instalação de alambrados, asfaltamento de parte da estrada que liga o final de
linha do bairro ao campo, contenção de
encostas, serviço de drenagem e esgotos, escadarias de acesso ao campo da Treze e transversais etc). Isso tudo
demanda cifras altas que os clubes, nossos investidores não tem condição de arcar.
Fazemos um trabalho profissional em um campeonato amador. As exigências que nos são feitas por quem quer que seja no
sentido de melhorar o nosso trabalho fora de nossas possibilidades demonstra o quanto
estes não tem interesse algum em colaborar com nada. Apenas apresentam
idéias verborrágicas que se desmantelam por si sós. São pseudos-colaboradores
que mais desejam o insucesso de um grupo aguerrido e trabalhador. Lembrem-se o
quanto este “nada faz” prejudicaram a nossa comunidade durante quatro anos
tendo como argumento apenas a depreciação do nosso trabalho. É preciso que
pessoas realmente reconhecedoras da nossa luta ajudem-nos a carregar esta
bandeira e não permitam que os críticos “sem
miolos” desestimulem, mais uma vez, o
nosso trabalho que continua sendo feito de forma séria e altruísta.
JUCÊNIO
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