O escritor
também tem a sua data e esta é o dia Vinte
e cinco de julho. Expressar-se através
da escrita para muitos parece tão complicado que chega a causar temor o simples
ato de imaginar o início de um texto. Para uns é um dom e para outros é uma
arte saber exprimir de forma concisa os seus sentimentos, pensamentos e tudo o
mais através de simplórias linhas. É preciso criar uma cumplicidade com o
leitor já desde o início da leitura para que o mesmo seja atraído pelo conteúdo
escrito. A inspiração para escrever surge espontaneamente de dentro para fora e
esta transmissão encontra no cérebro a adaptação das ideias para o nosso mundo exterior.
Colocar em uma página o que vemos, pensamos, sentimos, ouvimos ou até mesmo o
nosso inconformismo com certas situações
requer que realmente tenhamos o respaldo e o conhecimento cabal para dissertar
sobre cada situação. Num emaranhado de letras, sinais e obediência assídua a
regras gramaticais o escritor vai cuidadosamente construindo o texto levando o
leitor a reflexão do tema proposto e com isso surgem vários exemplares. A veia
de escritor surge até em pessoas que tem parcos conhecimentos sobre o idioma
correto. Livros e mais livros vão surgindo!
Livros comprados e esquecidos na cabeceira da cama. Obras literárias sem o merecido
apreço jogadas e amontoadas de qualquer jeito em um Sebo na esquina de uma
grande metrópole. O redator segue com suas ideias e narrativas muitas vezes sem
intenção de lucro e apenas pelo simples prazer de levar aos leitores as suas
experiências ou até mesmo para travestir a realidade de ficção. A leitura exige antes de tudo um
compromisso com que está sendo lido e acima de tudo uma análise irrestrita, uma
reflexão apurada, pois, aceitar sem mais nem menos o que se lê não leva ninguém
ao progresso. É preciso saber ler buscando o sentido de cada palavra e cada
frase deve formar um acontecimento que não se dispersa do conjunto na obra, mas sim é único com ela. Escritores de
fama mundial deixaram seu legado em obras literárias que não se perderam ao
longo dos séculos e até hoje fascinam pessoas das várias
camadas sociais e faixa etária. Seja de forma técnica, rebuscada ou
simples as informações atingem em cheio
o público que de acordo com a veracidade das mesmas atribuem o valor merecido a
obra. O escritor apenas apresenta o seu texto e os leitores leem, analisam e
formam uma opinião sobre o que foi lido. Um bom texto apresenta clareza na
exposição das ideias. Ter a noção para separar o que é real do imaginário
compete a quem se dispôs a acompanhar a narrativa do autor com agudeza e exame.
Existem vários tipos de textos e leitores; criar desde já um comprometimento e
incentivar as crianças com a leitura é a garantia de uma “safra” de escritores perenes e com isso será
criada, também, uma geração com alto
senso crítico para opinar com liberdade sobre os mais variados temas. Parabéns
escritores por ajudar na formação individual e enriquecer a todos
com argumentos e propósitos que visam atingir uma melhora nas nossas
relações do homem com o mundo que o cerca.
Jucênio

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