quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Dia da Pátria (editorial 31/08/2014)




 
Feriado de Sete de Setembro, também chamado Dia da Pátria comemora-se a emancipação política do território brasileiro. Tudo começou quando D. João VI e a família real fugiu para o Brasil porque Napoleão Bonaparte invadiu Portugal. Aqui ele fundou o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. O Brasil fora elevado à categoria de reino; só que ainda subordinado à Terra lusitana. O Descontentamento era o mesmo. A família real retornou a Portugal por força política, mas seu filho D. Pedro de Bragança ficou no Brasil apesar das exigências da corte portuguesa que queriam o seu retorno. Após várias cartas pedindo, ele ficou e a data é conhecida como Dia do Fico.  José Bonifácio e Dona Leopoldina trabalharam muito e tiveram bastante influência para que D. Pedro em Sete de Setembro de 1822 desse o grito de liberdade, o grito da vitória às margens do Riacho Ipiranga em São Paulo: “Independência ou morte!”.  Mesmo assim houve resistência portuguesa em não querer deixar o país e várias batalhas internas eclodiram na luta para a consolidação de nossa independência. Os brasileiros fizeram uma varredura no nosso território expulsando os opressores. O jugo português se desmantelava; raiava o sol da liberdade. E os filhos da pátria viram contente a mãe gentil e orgulhosa de seus filhos. O Brasil ficou independente de Portugal! Essa data importante serve para despertar em cada brasileiro o sentimento de liberdade e a consciência para o alto significado que é  ser filho de um pais tão promissor e feliz. Os desfiles em homenagem ao Sete de Setembro procuram reviver em cada uma de suas alas este grande acontecimento que já passa dos seus cento e noventa anos, mas que permanece na memória de todos os brasileiros autênticos. O que hoje acontece de desfavorável  em nossa terra temos, todos nós, a nossa parcela de culpa. Juntos ou isoladamente. Não adianta querer culpar esta terra adorada! Independente somos quando pensamos, falamos e agimos por nós mesmos. Sem a influência de quem quer que seja ou também quando não aceitamos às cegas o que aprendemos,  mas sim analisamos irrestritamente  o que nos foi ensinado, falado ou transmitido chegando  por fim à convicção e a certeza.

Parabéns Pátria amada! Parabéns brasileiros filhos deste solo maravilhoso e irradiante!

                                                                                                                                                  Jucênio

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