sexta-feira, 8 de julho de 2011

A bola

Desde tempos remotos a história registra acontecimentos onde sempre aparece ela: a bola. Entre as suas várias formas, tamanhos e pesos a certeza que temos é que é um objeto de grande apreciação entre as pessoas nos diversos países. De crianças a idosos; de sadios a doentes todos já tiveram contato com ela. Na maioria das modalidades esportivas ela aprece como principal instrumento para o jogo. Causa alegria, tristeza, mantém a saúde, ajuda a curar, faz as coisas se moverem com mais facilidade. Sua forma é esférica na maioria das vezes, podendo ter outras formas como as bolas do Rúgbi ou futebol americano entre outras. Depois do seu aparecimento ou invenção, o mundo não foi o mesmo: entre utilidades e banalidades foram inventadas mil coisas que de certa forma influenciaram o modo de vida do homem sobre a face da terra.   Se não tem a bola não tem jogo! Negativo! Nem que seja improvisada uma com papel ou  pano a diversão tem que acontecer. Ela nos inspira, nos cura, nos estimula e  por instantes nos transportam a um mundo onde devaneios e fantasias se confundem gerando  uma sensação de bem estar e alegria!  Às vezes também pode fazer com que fiquemos pensativos após uma derrota por várias horas ou dias. Não tem jeito o mundo é uma bola e tudo que tem a sua  forma é mais divertido, prático e eficiente. Na quadra no campo, na água ou no ar ela tem a força de atrair as pessoas; onde aparece uma bola tudo é por instantes esquecido. Ela rouba com facilidade a atenção de quem quer que seja. No nosso esporte mor, o futebol, ela é a rainha, a disputada, a beijada e perseguida. Seja nos esportes masculinos ou  femininos ela chama a atenção! Essa “gorduchinha” faz sucesso! Seja gude, sinuca, handebol, pólo aquático, basquete, vôlei, boliche, beisebol, tênis e etc., a diversão e o clima de disputa são  mais garantidos, pois,  outros esportes que não tem bola a audiência é menor. Tudo é mais divertido com ela: Corre a criança feliz em busca dela e aprendendo a dar os seus primeiros passos. Na praia, no campo, no largo, na várzea ou até mesmo no charco ela faz sonhar. Alivia as tensões e traumas. A bola ajuda a fazer a fama de muitos que pelo pré julgamento da sociedade não teria nenhum futuro por causa de aparência ou situação financeira. As bolinhas da sorte caem sobre a mão de quem sorteia um prêmio de loteria. Surge um novo milionário. Gostar de bola é como saber apreciar os momentos de diversão sem se importar muitas vezes se estamos ou não bem acompanhados. Neste caso a companhia às vezes é apenas um pretexto para ficarmos mais perto dela.

Por: Jucênio Cordeiro

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