Vivemos uma época de inversão de valores, preconceitos, discriminações e todo um leque de sentimentos obscuros
que assolam a humanidade asfixiando e sugando suas forças. Entre esses males faz parte a forma explícita a violência contra a mulher. Para se ter uma idéia o nosso país é líder no ranking maldito do assassinato de mulheres, insta salientar que antes da morte elas são agredidas, humilhadas e violentadas. Sob o manto do machismo, o agressor procura impor seus supostos direitos sobre o ser feminino valendo de sua força física para usar de requintes de crueldades
para intimidar, humilhar, agredir, assediar e diminuir cada vez mais a condição humana da mulher. A união
entre duas pessoas feita sob juras de amor podem acabar em tragédia quando o lado masculino se coloca como um tirano que reivindica para si
o “direito de posse” sobre o ser feminino. A Lei Maria da Penha que ajuda a denunciar a violência no ambiente doméstico tem contribuído para a diminuição de tais crimes, mas na maioria dos casos o que é constatado é que o
agressor acaba ficando impune. A violência contra a mulher também é extensiva as meninas que sofrem abusos sexuais e violência na maioria das vezes dentro de seus próprios lares por parentes bem próximos como, por exemplo......o pai. O respeito à mulher é condição sagrada para o homem! Para o homem de verdade que sabe reconhecer no ser “frágil” a força que ajuda a nos levantar a cada queda! Usar de força física para manter forçosamente o poderio sobre a mulher é uma atitude que no fundo esconde o tamanho da covardia de quem se prevalece desta ideologia. As meninas que sofrem qualquer tipo de violência desenvolverão no futuro algum tipo de anomalia psíquica ou física. Não é fácil erradicar o mal, pois, em muitos casos os agressores são acobertados por laços parentescos que faz a vítima pensar muito antes de denunciar e com isso favorece o agressor. Em meio a muitas ONGs e serviços educativos as mulheres lutam todos os dias para exterminar esse “holocausto permitido” recheado de várias formas de violência contra a mulher sejam elas: Intrafamiliar, no trabalho, doméstica ou moral. As mulheres não querem ser vistas como “coitadinhas” e sim almejam que a sua natureza e os seus direitos sejam respeitados e realizados integralmente garantindo com isso a sua liberdade de ser humano apto a ser feliz. Se cada um de nós reconhecermos que a mulher possui a chave que a ela confiada para a manutenção da chama da felicidade de toda a humanidade, com certeza ficaríamos até envergonhados por não fazermos
a nossa parte frente a este problema crônico que se alastra impiedosamente a
cada dia. Lembre-se: mulher é sinônimo de mãe, filha, irmã, esposa e etc.
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